Notícias em 3 Tempos
 
1- Tempo de estudar
Férias!!!! Pelo menos da faculdade. O que já é um alívio, e mais tempo para fazer outras coisas Pra fechar o semestre com chave de ouro o professor, deu uma prova de lascar! Não que a prova tenha sido ruim, eu achei ótima, pois faz mais pensar e tomar decisões sobre o meu texto, do que lembrar alguma coisa decorada.
Pena que eu estava cansada e a prova foi longa. Passando a régua: valeu o aprendizado do semestre, exercitei mais e melhor (?) o meu lado editora, e a minha paciência com aquele professor nada modesto, e com aquelas colegas sentadas em cima do piano que eu carreguei praticamente sozinha.
2- Tempo de Pesquisar
Enquanto isso, a Grande Nação dos Peskisonhanhas , finalmente anunciou o resultado das propostas de estudos aprovadas para “traduzir” conhecimentos indígenas. Não deu pra ninguém da Tribo dos Eumiaxu. O povo do Norte e do Nordeste só foi contemplado, com menos de 10% dos recursos. Quase 60% do total dos recursos foram destinados aos peskisonhanhas do Sudeste maravilha. A distribuição equitativa de recursos para pesquisa é política ignorada. É por isso que muitos caciques das “nações amigas” se arvoram em vir falar e discursar sobre a Amazônia, sem conhecimento de causa.
Mas, fazendo o jogo do contente, melhor assim, ganho tempo para finalizar bem o projeto em andamento, ganho folêgo e preparo para iniciar um novo projeto, enquanto busco outras fontes de financiamento para o projeto não contemplado com os recursos da Grande Nação.
3- Tempo de Corujar
A filha linda e estudiosa, que abandonou o treino de voleibol na ULBRA, para se dedicar aos estudos ( conclusão do terceiro ano e fazer o vestibular). O filho lindo e grandão, jogador de voleibol pelo time da faculdade São Lucas, que ontem embarcou para participar dos Jubs 2008 , em Maceió
Escrito por Vania Beatriz às 12h29
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Mais responsabilidade ambiental, menos mico
Porque hoje é feriado em Porto Velho, me permiti roubar um pouquinho do meu tempo , para visitar alguns dos meus blogs preferidos, de minhas conterrâneas. Fui no Pavulagem da Ro: Meu Arraial e no Repiquete no Meio do Mundo da Alcilene.
Neste, no post do dia 15/06, ela reporta uma festa elegante em Macapá. Ao ver as fotos, me ocorreu uma crítica. Mas como meu comentário poderia ser mal interpretado, desisti de postar lá e o faço aqui, pois aqui o espaço é meu e melhor explico meu ponto de vista.
Mas enfim, acho o UÓ essa moda de fazerem festa elegante e agraciarem pessoas super bem-vestidas com várias quinquilharias (pretensos brindes p/ animar a festa, que nem é de carnaval!) que a meu ver acabam com a elegância e só aumentam o consumo irresponsável. Tudo material descartável, contribuição para o lixo nosso de cada dia, que não contribui para a sustentabilidade do Planeta!
Sem falar, que ainda baixa o espírito de pobre em alguns que querem pegar de todos os tipos de brindes, gerando uma constrangedora disputa por coisas que vão de poás multi-coloridos, apitos, colares e pulseiras reluzentes no escuro, até sofisticados pares de sandálias personalizadas. Fora o que eu não sei, pois é raro eu freqüentar esse tipo de festa.
Há de chegar o dia em que estas fotos serão olhadas e lamentado ter participado deste "circo" inventado pelas empresas de promoções de evento. Eu já lamento desde hoje. E desde a festa de formatura de meu filho, decidi , me recuso a pegar/posar com qualquer troço destes, da mesma forma que na padaria, recuso que me sirvam uma fatia de bolo de macaxeira, numa bandeja de isopor.
Certa vez fui a festa de 15 anos da filha de um amigo meu, ele que é todo tímido, introspectivo, quando colocou uns acessórios destes, me surpreendeu, se soltou, dançou animado. A autêntica alegria de participar de uma festa precisa ser mascarada por estes acessórios?

Escrito por Vania Beatriz às 13h00
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