ZÉ MIGUEL EM PORTO VELHO - TRÊS SONHOS EM UM
Foi uma noite memorável, a realização de um sonho ver e ouvir o amapaense Zé Miguel cantando em Porto Velho, dividindo palco com o Zezinho Maranhão. 
Emocionada, lembrei da primeira vez que ouvi Zezinho Maranhão cantar, foi há 20 anos, na quadra do SESC. O show era de Xangai que ao final chamou-o para "dar uma canja", e Zezinho foi lá e deu um "sopão", roubou a cena, me encantou! Isso rendeu uma crônica no Jornal Alto Madeira. Relembrei que sai de Macapá tão "jitinha" que não conhecia a música de Zé Miguel e de tantos outros (Amadeu Cavalcante, Fernando Canto, Osmar Jr., Negro de Nós, Grupo Pilão, etc) . Foi minha irmã Zany quem começou a alimentar minha alma poeta, me enviando como presente cada CD que saía por lá. Conheci, gostei, divulguei. Passei a ser uma propagadora da música feita na (e por gente da) Amazônia, nos caminhos por onde andei: Minas, França e Rondônia obviamente. Foi numa noite chuvosa de 2003, em que se festejava o aniversário de Macapá, com queima de fogos e ressoar dos canhões da Fortaleza de São José, que conheci Zé Miguel. Foi minha irmã Jane Maria quem o apontou. Eu me investi de uma coragem, de quem há muito deixou de ser tímida, e me aproximei, puxei conversa, me declarei fã. Falei do meu trabalho de formiguinha na divulgação, acho que foi ali que ele mencionou pela primeira vez a vontade de vir cantar em Porto Velho. Desde aquela noite venho sendo uma das vértices desse triangulo amoroso musical (musical! que fique bem claro, seu Airton, D. Alice e D. Araciara) tentando ajudar a viabilizar esse sonho de ambos os três. Assim como o Divino nos dá a música, Ele também nos dá o caminho e a hora certa de realizar os sonhos. Depois de tentativas frustradas, o momento chegou graças à generosidade e o carisma de Zezinho Maranhão, e a dedicação de Alice Poltronieri, que arregimentaram um exército de amigos e fãs dos artistas (como o casal Zaine e Olinda, o Chiquinho e muitos outros) que os ajudaram nessa empreitada. O plano era de que Zé Miguel chegasse um dia antes do show, teria tempo para conhecer Porto Velho à noite, quem sabe dar uma canja no Canteiros ou no Vidigal. Mas a passagem aérea, "assegurada" por uma agência de viagem - deve estar vindo de trem pela Madeira-Mamoré - não saiu, não chegou. Sexta-feira 13, sorte do Zezinho que não tinha a passagem mas tinha amigos e foram estes que o tiraram do sufoco. Zé Miguel chegou na madrugada do sábado. Foi tomar a benção e café com a Dindinha (a mãe do Zezinho); depois gravar entrevista com a bela e talentosa jornalista Emanuela Palma, na TV Rondônia. Em seguida, após almoço na Public House, levei-o para um rápido city-tour, antes de deixá-lo no hotel onde iria descansar até a hora do ensaio. Disse-o bem, "iria". Pois foi só botar o pé no Mercado Cultural que Zé Miguel (que só fora ali para conhecer o mercado, fazer foto de turista) conheceu um pouco mais da receptividade portovelhense. Deu a sorte de encontrar muita gente boa que "... pos o pé na profissão de tocar um instrumento e de cantar..." : Lito Casara e seu bandolim; o violão e a voz dos irmãos Jhonson: Bubu e Júnior. Apresentei-os, convidamos para o show à noite. Zé Miguel ficou a admirar o violão de Bubu, mas os habituées do Bar do Zizi, pediram “manda uma aí...” . Ele mandou Pérola Azulada, composição em parceria com Joãozinho Gomes, uma ode à mãe Terra. 
Ensaiou se despedir, mas a turma pediu “mais uma”, e não era cerveja. O Zé de Macapá “... foi que foi ficando...”, foi que foi cantando “Amor em preto e branco” e o Lito já o acompanhando. Depois foram os irmãos Jhonson e o próprio Lito que mostraram suas artes para o Miguel. Virou mini-show, para uma seleta e privilegiada platéia que não conseguirei nominar a todos, mas dentre eles estavam: o Casara que trabalha na CEPLAC, o Donizete que se emocionou às lágrimas e o Enio Melo, que dia 19 vai estar naquele espaço com o show Eternamente Cartola. Quanto ao show dos Zés na noite do sábado no SESC ? Eu sou suspeita pra falar, portanto, quem não foi que pergunte a eles e elas: Bado, Benedita, Binho, Bira, Bia e Jorge, Beta Amazoniando, Diego Gimenez, Dênis, Dindinha Ma. Madalena, Elisana, Elisa Cristina, Francisca Dias e a filha amapaense Ana Karina, George, José Nilton e Vanderli, João Guedes, Leida, Mara, Mado, Madah, Michelliny, Nestor e Odê, Rudy e o filho, Sérgio Ramos, Rosa e Nilo, Raimundinha, Silvia e César, Paulo, Vitória Régia, toda essa gente boa, e muito outros estiveram lá. Quer ver mais fotos do evento? passa lá no http://www.sergioramos.com.br , com certeza tem ou terá.
Escrito por Vania Beatriz às 04h17
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Show dos Zés
IMPERDÍVEL!!! SHOWS DE ZEZINHO MARANHÃO  TRÊS! No SESC/Esplanada, nos dias 31/out, 07 e 14/Nov. As 20:30h
31 de outubro, Zezinho Maranhão.
07 de novembro, Zezinho Maranhão e Antonio Pereira, de Manaus. 14 de novembro, Zezinho Maranhão e Zé Miguel, de Macapá.
Por onde andou Zezinho Maranhão? Depois de muito trabalho, desenvolvendo vários projetos, dentre eles o novo CD, “É agora, Zezinho!” que será lançado no início de 2010, o show vai mostrar em primeira mão o repertório novíssimo que comporá o novo CD do grande artista Zezinho Maranhão. Farão parte desse belíssimo show composições do artista que homenageia segmentos culturais tradicionais de Rondônia, a exemplo do samba composto em homenagem ao ‘Galo da Meia Noite’, famoso bloco carnavalesco de Porto Velho e ao “Boi Corre Campo’ do Areal e claro, estendida a seu amo. Antes bem acompanhado do que só. Quem mais poderia dar a Porto Velho um presente tão valioso quanto esses três belos momentos, senão um artista, poeta, compositor, cantor e intérprete que em sua autenticidade musical ultrapassa as fronteiras do regionalismo e busca a universalidade em seus poemas e sons, senão o grande Zezinho Maranhão que encanta a todos com sua arte? Como sua característica generosidade Zezinho Maranhão dividirá o palco com vários artistas: Na noite de 31 de outubro, farão participações especiais os artistas: Ceiça Farias, Elisa Cristina, Samuel Pessoa, do Quilomboclada, a pianista Litssia Moreno. No dia 07/11 o parceiro de palco será Antonio Pereira. Ele tem 4 CDs gravados que externam seu talento em poetizar sua “aldeia” e a simplicidade de viver irmanado a natureza, bem como sua luta pela preservação do meio ambiente. No dia 14/11 finalizando essa série de shows, com chave de ouro, teremos ao lado de Zezinho Maranhão, abrilhantando pela primeira vez a noite de Porto Velho, o ZÉ MIGUEL versátil e completo músico, de Macapá. Zé Miguel é um artista que como ninguém expressa o sentimento e a beleza que vem na alma de nossos ancestrais africanos com seu ritmo, gingado e expressões trazidas das danças da Senzala, sem perder seu lado romântico e sensível. Com vários CDs gravados e uma extensa agenda cultural a cumprir, se organizou e virá nos dar a satisfação de conhecermos de perto seu trabalho.
Vale a pena conferir. Serão momentos imperdíveis!
Os ingressos estarão à venda na Discolândia, a preços acessíveis, R$ 10,00 e estudantes, idosos, crianças e comerciários só pagam meia, R$ 5,00.
Não perca!
(A partir de texto de Alice Poltronieri)
Escrito por Vania Beatriz às 09h36
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TODO MUNDO É HONESTO... Na semana passada fui fazer um depósito bancário de valor alto o suficiente para dar entrada em um carro popular. O dinheiro (retirado de outro banco) estava em um pacote com um passa-fita onde constava o valor, (temendo chamar a atenção de um possível ladrão, não conferi) confiei na máquina que o separou. No outro banco, pedi que o caixa conferisse, ele contou apenas o primeiro pacote de notas de R$50,00. No dia seguinte ele me ligou, faltara R$100,00 em seu caixa , e ele lembrou que não conferira o segundo pacote. Eu não conferi, ele também não, talvez o certo fosse dividirmos o prejuízo, mas fui lá e paguei os R$100,00 faltantes. Quando voltei ao Banco ele me agradeceu, relatou um prejuízo de R$1.300 que levara na semana anterior ao fechar seu caixa. Disse-me também, que achou que eu não acreditaria que faltara o dinheiro. Eu agi de acordo com a minha convicção de que “todo mundo é honesto, até prova em contrário”. Ou seja, se ele se deu o trabalho de localizar meu telefone (pelo cheque) e me contactar, foi na certeza de que estava ali o furo. Acredito, que caixa nenhum faz isso deliberadamente “...só pra ver se cola!” Mas, estou esperando (sentada) que o caixa do banco de origem do dinheiro, também acredite que eu não me daria ao trabalho de voltar ao banco, para reclamar a falta de R$100, só pra ver se cola!
Escrito por Vania Beatriz às 07h49
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Quando uma porta se fecha...
Começou ontem em Macapá o III Fórum Ciência e Sociedade Brasil - França. Desde que fiquei sabendo do evento, manifestei a amigas e colegas da Embrapa meu interesse em participar do evento, levando a minha proposta de uso de música amazônica para a sensibilização para as questões ambientais. Tudo parecia conspirar a favor , minha proposta de trabalho tinha tudo a ver com o os objetivos do evento que envolve jovens de diversas localidades do Brasil e da França. E eu estava em Macapá até o dia 17 de outubro, bastava esticar a temporada em minha terra por mais uma semana. Falei com “deus e o mundo “ mas não deu ! Vim embora com o gosto amargo da frustração, menos por não ter conseguido ficar e participar, mais por ter sido ignorada por pessoas consideradas amigas , e que não tiveram a consideração de me dar uma resposta, ainda que negativa. Mas, fazendo o jogo do contente, para a porta fechada, três janelas se abriram: 1- Meu trabalho foi aprovado para apresentação no Foro Iberoamericano de Comunicación y Divulgación Científica, em novembro, em Campinas-SP; 2- Vou participar da I Mostra de Ciência e Tecnologias Sociais de Porto Velho. Com os materiais do projeto Com.Ciência Florestal; 3- Estou ainda de licença-prêmio, trabalhando minha monografia da especialização em Jornalismo Científico na UNIVAP, cuja orientação foi definida esta semana: será feita pela Profa. Dra. Isaltina Maria de Azevedo Mello Gomes ; 
Escrito por Vania Beatriz às 20h19
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Feriado em PVH
Feriado municipal em Porto Velho, mesmo assim fui trabalhar, pela necessidade de dar uma baixa na lista de A FAZER. Tenho tido aborrecimentos, com amig@s, com inimigos e comigo mesma. Resolvi apertar a tecla DANE-SE ( para ser educada) e parei pra pensar na vida, adaptando e respondendo essa enquete, que li no blog da Zany: eu quero… ser mais pontual com meus compromissos! (estou sempre atrasada!) eu tenho… mais livros e sorte, do que juízo! eu gostaria de não ter… que aturar a cara do meu Chefe. eu acho…que o meu mundo seria bem melhor, se eu fosse uma pessoa mais pontual. eu odeio… só entregar meus trabalhos no último minuto da prorrogação do prazo. eu sinto saudades… do tempo em que eu tinha tempo para escrever diários. eu faço… e adoro fazer videoclipes. eu fiz e não faria de novo… viajar de Porto Velho a Fortaleza, de ônibus! 72 horas! eu fui e iria de novo… à França. Voltaria todos os anos se pudesse! eu fazia e deixei de fazer… tecer crochê. eu escuto… música de boa qualidade, principalmente MPB e MPA eu cheiro… cachaça da boa. Não bebo, mas gosto do cheiro. eu pergunto-me… porque eu não aprendo a dizer NÃO? eu arrependo-me… .de, no inicio dos anos 80, não ter feito um book by Reinaldo Silva Jr. (Belém-PA). Oportunidade eu tive, grana nem tanto! eu rezo… Prá Jesus Misericórdia eu sinto falta… de tempo. eu sempre… penso nos meus familiares e amigos, ausentes na presença, mas presentes nos pensamentos. eu danço… mesmo não sabendo dançar! Fui jubilada do curso de dança! eu canto… mesmo sendo desafinada. eu choro… por qualquer coisa que me emocione. Hoje chorei com o anúncio do Rio de Janeiro como a cidade das Olimpíadas 2016! eu luto… por uma Amazônia ambientalmente saudável e sustentável! eu ganho… menos do que eu mereço, mais do que eu preciso! eu perco a paciência … com os afobadinhos do trânsito. eu estou… sempre fazendo muitas coisas ao mesmo tempo. eu sou… tagarela, teimosa, adepta do consumo responsável e da “tolerância zero” para com os arrogantes. eu fico feliz… quando minha filhota me dá 3 minutinhos de colo e conversa, dentro de uma rede. eu tenho esperança... de ter uma casa com varandas para o Amazonas! eu preciso... aprender a dizer NÃO! eu deveria… trabalhar menos, me divertir mais! eu gostaria de ter… uma super secretaria particular de serviços gerais. Que organizasse minhas contas a pagar, cobrasse os meus devedores; que reclamasse no SAC, no Procon, na Justiça ou até ao Bispo, do atendimento da VIVO, do BB Seguro Auto, e da UNIRON (pra ficar em três, as organizações que não estão me satisfazendo com seus serviços). TEMOS VAGA!
Escrito por Vania Beatriz às 19h16
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Em deslocamento
Emendei duas semanas de viagem a serviço. Destinos , objetivos e companheiros de “deslocamento” diferentes, mas renderam novos conhecimentos, vivências e aprendizados. Coisas para muitas histórias, daquelas que eu contava em detalhes nos tempos do “Por onde andou meu coração”. Agora tenho que me contentar em exercitar meu “esplêndido poder de síntese”: Semana 1 – Porto Velho- Ariquemes-Rio Crespo- Buritis 
Como palestrante sobre as Alternativas na agricultura, nas oficinas do Comitê de Prevenção a Queimadas e Incêndios Florestais, fui, pela primeira vez, aos municípios de Rio Crespo e Buritis. Agora que já conheço todas as capitais do Norte do país, vou começar a conferir quantos, dos 52 municípios de Rondônia, eu conheço. Viajamos num ônibus da Defesa Civil, coordenadora do Comitê, longas horas de viagem, foi oportunidade para colocar a conversa em dia , e até arriscar uma cantoria, com sotaque nordestino, já que a maioria dos companheiros eram originários dessa região do país. Semana 2 Acompanhando minha colega MBGama, fui conhecer a Reserva Extrativista Barreiro Das Antas, no município de Guajará Mirim. Eu já tinha feito uma expedição semelhante, há mais de 15 anos, para Resex Rio Ouro Preto. Só que a de agora foi mais cansativo, porque foi mais longe. Dez horas e meia para subir do Mamoré ao Rio Novo. Apesar do cansaço, foi uma rica experiência : paisagens lindas, aves que eu nunca tinha visto, inclusive uma (Cigano) com uma cabeça que lembra a de um dinossauro. Outra coisa que gostei foi o descanso dado a mente, (4 dias sem acessar computador) , dormíamos e acordávamos cedo. Eu conseguia me lembrar de todos os meus sonhos nos mínimos detalhes, coisa que dificilmente consigo no dia a dia . No barco, éramos cinco: o piloto, dois jovens funcionários do Ibama, e nós duas. conversamos por longas horas, principalmente sobre o trabalho que pretendemos fazer na Resex, A falta de energia elétrica, tomar banho na beira do rio, dormir de mosquiteiro, e ouvir conversas de esturro de onça , me levaram a recordar de minha infância e de férias na casa de Tia Mundinha no Amapá dos anos 60. 
Escrito por Vania Beatriz às 05h35
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Notas de Viagem - 22/07 quarta
Fui de táxi para a UFRJ URCA - Google Maps , são apenas 15 km , mas o trânsito faz ser muito mais. De qualquer forma o táxi custou muito menos que os R$64,00 cobrado pela Cooperativa do Galeão, um roubo tabelado! 
Chegar com antecedência foi ótimo, coloquei meus pôsteres e fiquei lá, recebendo os primeiros visitantes. Almocei cedo e cedo estava no local da Oficina. Mesmo assim só consegui começar 1 hora depois, por contas de atraso da organização do evento. Adorei a participação dos oficineiros. Só não pude “puxar a brasa para a minha sardinha”, assim a música de Rondônia foi a escolhida , embora intimamente eu torcesse pela do meu Amapá ( Pela cauda de um Cometa, na voz da Juliele). Marquei a bobeira de não levar uma cópia da chave, resultado esperei minha amiga das 20hs até meia noite na portaria do prédio. Por sorte pude usar o notebook até a bateria acabar. E se não fosse ele, eu teria arriscado ir ao Maracanã , onde rolava um futebol entre Flamengo e Barueri. Tá eu não gosto de futebol, tampouco torço para o Flamengo, mas seria uma questão de oportunidade: eu estava a uma quadra dali e sem fazer nada, e Flamengo é Flamengo apesar de seu futebol sofrivel !
Escrito por Vania Beatriz às 02h40
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Notas de Viagem
PVH-RJ 21/07 –terça Embarque na madrugada seria as 2h, saímos as 3 e meia. Perdemos a conexão em Brasília. Fui chegar as 11 no Galeão. .::GOL contra! Reencontro com minha amiga Gabi. Almoço no Shopping Tijuca . Aproveitei para mandar fazer uma camiseta com a logo do Projeto Com.Ciência-Florestal para usar na Oficina realizada no VI Fórum | Fórum Brasileiro de Educação Ambiental. A noite tivemos sessão Mary Kay e jantar partilhado, fizemos o milagre da multiplicação das coxinhas: duas para cinco pessoas.
Escrito por Vania Beatriz às 02h20
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Saco, sacolas e o consumo responsável
Saco, sacolas e o consumo responsável Demorou, mas finalmente o Ministério do Meio Ambiente, resolveu lançar uma campanha para diminuir o uso de sacolas plásticas. A campanha chegou à mídia, ainda ontem ouvi logo cedo num programa jornalístico. Mais tarde quando fui à farmácia e recusei a primeira sacola do dia, o balconista sorriu satisfeito e me disse: - é pra ajudar a não poluir o Planeta, não é? À noite, na panificadora, cada tipo de pão escolhido estava previamente embalado num plástico. A moça que empacotava ainda colocou-os em sacolas separadas, devolvi uma, mas o olhar dela foi de reprovação. Tomara que a mídia realmente reforce a campanha, quem sabe assim, eu me sinta menos ET, a cada vez que eu puxar a minha sacola retornável, que trouxe da França. 
A médica Fátima Oliveira, uma das 52 brasileiras indicadas ao Nobel da Paz 2005, publicou um artigo sobre o assunto: “...Saco é um saco” visa sensibilizar para o consumo consciente do uso de sacos e sacolas de plásticos - em feiras, farmácias, supermercados e todo o comércio varejista - com vistas a reduzir o consumo, estimado em 12 bilhões anuais de sacolas plásticas no país. Sacos e sacolas de plásticos são feitos de resina sintética derivada do petróleo, que não é biodegradável e leva séculos intacta na natureza. Sacolas de supermercado são feitas de “plástico filme” (polietileno de baixa densidade)." ... Saco é um saco - pro planeta, pro futuro e pra você Urge amaciar nas duas pontas: comerciante e consumidor Leia o artigo completo AQUI
Escrito por Vania Beatriz às 20h18
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Música Suave

Impossível ficar indiferente a festa dos 50 anos de carreira de Roberto Carlos, sobretudo devido a super dose de sua presença nos programas da Globo, nestas últimas semanas. Impossível não se emocionar, a até sentir vontade de estar lá no Maracanã lotado. Faço parte da geração que teve a juventude embalada pela fase romântica do Rei. Não precisava nem ter os discos - naquela época nunca os tive, em casa não tínhamos nem eletrola (era assim chamado o aparelho de som) - mas eu sabia de cor as letras das músicas ouvidas no rádio. Acredito que cada uma dessas cinco gerações tem a sua música do Roberto, aquela que marcou uma fase, um evento , uma paixão. Algumas lembranças que envolvem Roberto Carlos e eu: 1- Anos 60 - eu ajudando minha tia Clotilde a pregar botões em umas camisas que ela confeccionava para uma loja. O nome da camisa “Tremendão” em homenagem a Erasmo Carlos, o fiel parceiro do Rei; 2- Anos 70 , minha amiga Luz Marina, eufórica no colégio me mostrando o disco de RC que ela tinha ganho ; 3- Anos 80 – Festa na Tuna Luso Brasileiro, em Belém, na companhia de namorido , dançando com ele, eu descobri “a nossa música”, eu quis que a letra da MÚSICA SUAVE (Letra e Vídeo) se concretizasse: “...Me abrace mais forte/ Não se importe com os outros casais / Que bom se essa música Não terminasse jamais” só para não ter que sair daqueles braços. He He He! 4- Anos 90 – graças a RC conheci minha amiga Yviane , na França. Ela colocara um anúncio numa revista, dizendo fazer parte de um Fã-Clube do Roberto. Foi assim que passamos a trocar correspondências. Quando fui a França em 2001 ela me mostrou a coleção de discos dele. Na viagem deste ano , nem tivemos tempo para falar no Rei. E você , qual é a música de Roberto Carlos que te trás suaves recordações?
Escrito por Vania Beatriz às 01h35
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Geni e o jornalismo sem diploma

“...Joga bosta na Geni Ela é feita pra apanhar Ela é boa de cuspir Ela dá pra qualquer um Maldita Geni.” (Geni e o Zepelin – Chico Buarque de Holanda) Em discussões sobre o jornalismo como profissão, costumo dizer que ela é comparável à Geni da canção de Chico Buarque “feita pra apanhar”, Com a decisão ontem (STF derruba obrigatoriedade do diploma de jornalismo) abriu-se a porta do prostíbulo. Na minha opinião, a aprovação do Recurso Extraordinário significa a banalização total da profissão, que há muito padece da “síndrome da Geni”, além de “feita pra apanhar”, “boa de cuspir” , Geni agora “dá pra qualquer um”: de médicos, advogados a cabeleireiros e modelos, não faltam candidatos a jornalistas, sem diploma e sem qualificação. Meu avô Mauricio escreveu em jornal sem ter diploma, idem meu tio Quidinho, que antes de virar o Delegas Kid, foi companheiro de redação do Alcy Araújo no jornal A Província do Pará em Belém. Eu era ainda criança quando, baseada em meu gosto pela leitura e nos meus dedos longos e magros, uma tia vaticinou que eu seria jornalista ou pianista. Há 30 anos, quando passei no vestibular para o curso de Comunicação Social na UFPA, tinha a intenção de fazer cumprir a profecia de minha tia. Mas logo na primeira aula um professor , o arquiteto Paulo Chaves, pintou um cenário tão feio para o exercício da profissão de jornalista, que eu “amarelei” e migrei para a publicidade, iludida que, minhas habilidades para o desenho e uma reconhecida criatividade, fariam de mim uma bem sucedida publicitária. Formei em publicidade, fiz mestrado em extensão rural, mas em 28 anos de experiência de trabalho (incluindo 2 anos como estagiária) fiz de tudo um pouco: assessoria de imprensa, comunicação interna, editei jornais, organizei eventos (grupo de teatro, festival de música, comemorações institucionais, campanhas), enfim mundo vasto mundo o da comunicação. Não obstante e,ou apesar d-isso, há dois anos voltei aos bancos da escola, para cursar a habilitação em jornalismo e há 8 meses estou cursando uma especialização em jornalismo científico à distância. Na empresa onde trabalho exerço a função de pesquisadora, mas como atuei por sete anos como assessora de imprensa, fui jornalista provisionada na função de redatora. Depois do mestrado segui firme na área de pesquisa e desenvolvimento rural. Portanto precisar do diploma eu não preciso, mas sou a favor da obrigatoriedade do mesmo para o exercício da profissão de jornalista. Porque isto significa no mínimo o estudo das teorias da comunicação, que muitos incautos julgam dispensáveis.
Escrito por Vania Beatriz às 07h08
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O futuro do jornalismo
Na pós, discute-se qual o papel social e qual o futuro do jornalismo científico? Seriam “as trevas” como diz o bordão adolescente? Ou a oportunidade para a comunicação cientifica ressurgir das cinzas resultantes da queima dos últimos jornais de papel? Acredito na ciência da comunicação social como a base para o exercício das habilitações seja de jornalismo, relações públicas e publicidade. O perigo da decisão do STF não estar em legitimar os “vocacionados” e reconhecidamente competentes sem diploma, mas sim colocar no mesmo barco os embusteiros , qualquer um que, tomando posse do “poder de imprensa” , sob o argumento de liberdade de expressão possa irresponsávelmente cometer erros mortais. Sim, uma falsa ou mal apurada informação divulgada, pode matar da mesma forma que um erro médico. Vide o famoso Caso Escola Base, que acabou por matar de desgosto, o casal proprietário da mesma. Às instituições de ensino, que ainda direcionam muito o estudo do jornalismo para o “jornalismo de redação” caberá a reformulação de seus currículos de modo a aproximar-se mais da concepção/formação de um profissional gestor do processo de comunicação, capaz de atuar, seja numa grande empresa , seja em uma organização associativa ou sindical. Para se discutir o papel social do jornalismo científico, faz-se necessário discutir antes o jornalismo da atualidade, o jornalista e o seu público-leitor, num cenário em que a morte do jornalismo impresso é frequentemente anunciada e que a perda do hábito de ler “jornais de papel” é considerado uma decorrência natural das mudanças tecnológicas e domínio da internet como fonte de informações, estas disponibilizadas não só por sites jornalísticos, mas por blogues e sites pessoais. Estes, têm se multiplicado rapidamente, sob a “propriedade” de profissionais das mais diversas áreas de conhecimento, todos com propósitos que se aproximam do propósito do jornalismo científico: o de transformar conhecimento científico e tecnológico em informação de compreensão popular, atendendo assim aos anseios de uma sociedade ( que estaria) interessada em ter notícia dos avanços técnicos-cientificos. Na prática porém, junto com a divulgação séria da ciência, o espaço vem sendo ocupado pela divulgação da pseudociência.
Escrito por Vania Beatriz às 07h05
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Cenas da vida numa manhã de sábado
No dia de Santo Antônio fui aos Correios postar uma caixinha-presente para a mana-Lili. Na dúvida se o aniversário dela é mesmo nesse dia , coloquei no postal da Côte d’Azur: Feliz Dia do Veterinário, Feliz Dia do Amigo, Feliz Aniversário, porque o importante é ser feliz sempre. Quando ia saindo vi chegar um homem carregando nas costas uma saca aparentemente muito pesada. Achei que ele ia entrar nos Correios com a carga, fiquei segurando a porta. Não entrou, jogou no chão a saca cheia de coco verde e pediu que eu comprasse para ajudá-lo, pois queria comprar uma sandália. Decidi comprar.Não para ajudar, mas porque no dia anterior eu quis comprar coco e não consegui. Pedi que ele colocasse 5 no meu carro estacionado mais adiante. Enquanto eu me adiantei para ir abrir o porta-malas, e o homem abordava um outro cliente. Uma moça veio me alertar: que eu não confiasse no homem, que ele costumava atacar as pessoas, que eu não abrisse a bolsa diante dele. Quando o homem chegou com parte dos cocos, pediu-me para comprar mais 3, pois a sandália custava R$8,00. Eu que já estava com os R$5,00 nas mãos, assustada com o alerta, disse-lhe não. Quando ainda me preparava pra dar partida, vi sair dos Correios, um rapaz “de boa aparência” que cumprimentou o homem (este maltrapilho e de pés descalços) : - ê ai ? Tu agora estas vendendo coco é? Antes de montar em sua motocicleta, o rapaz ao levantar a camisa para guardar sua carteira, deixou aparecer uma pistola de cano prata em sua cintura. Engatei a ré e sai dali rapidinho conjecturando se o rapaz da moto seria um policial civil e conhecia o vendedor de cocos de alguma ocorrência policial.
Escrito por Vania Beatriz às 18h40
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Emoções
Um texto da moça dos Olhos que brilham me fez pensar que a espetacularização das emoções é uma demanda sempre freqüente da mídia. Ainda domingo passado o Fantástico alardeou o momento primeiro, "... diante de nossas câmeras" , da mãe que, por ter estado em coma, só foi conhecer a filha 3 meses depois do nascimento . Eu achei de última! E o melhor foi que a entrevistada não rendeu o espetáculo esperado, foi contida em suas emoções!
Escrito por Vania Beatriz às 00h46
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Caminhada Ambiental
Participei da caminhada pelo Dia Mundial do Meio Ambiente, consegui a adesão de sete colegas, todos homens, já foi um avanço em relação ao ano passado em que fomos em cinco.  Vendo aquela garotada a bom jogar no chão os folhetos distribuidos, fiquei me perguntando se fazia sentido a caminhada. Um trabalho como o da Escola Marcelo Cândia (http://www.escolamcpv.blogspot.com/) , que trabalha a educação ambiental durante o ano todo, me parece mais efetivo. Por conta da caminhada, não pude ir na Marcelo Cândia para o encerramento da Semana e para a homenagem aos aamigos da escola. Parabéns a Irmã Carmém, Professor Dinho e a todos os professores e alunos que fazem dessa escola uma referência em educação pública.
Escrito por Vania Beatriz às 10h51
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